Frente Brasil Popular prepara ato contra o golpe no dia 31 de julho e debate greve geral

Reunião da diretoria executiva ampliada da CUT decidiu reforçar a mobilização da Frente Brasil Popular contra o golpe e a organização da greve geral que está sendo debatida nacionalmente. (Foto: CUT-RS)

Reunião da diretoria executiva ampliada da CUT decidiu reforçar a mobilização da Frente Brasil Popular contra o golpe e a organização da greve geral que está sendo debatida nacionalmente. (Foto: CUT-RS)

A diretoria executiva ampliada da CUT-RS decidiu, em reunião realizada nesta terça-feira (12), intensificar a mobilização da Frente Brasil Popular no Rio Grande do Sul, que prevê a realização de um grande ato no dia 31 de julho, no Parque da Redenção, em Porto Alegre. Segundo a secretária de Finanças da CUT-RS, Vitalina Gonçalves, o objetivo é “retomar as manifestações populares nas ruas, defender a democracia e os direitos trabalhistas e sociais, continuar exigindo Fora Temer, barrar a consumação do golpe no Senado e reforçar o combate à política neoliberal”.

Os dirigentes sindicais também debateram o indicativo da Frente Brasil Popular de realização, na segunda quinzena de agosto, de uma marcha em Porto Alegre. “A intenção é chamar a atenção da sociedade para o desmonte das políticas públicas, que já está sendo operado pelo governo ilegítimo e golpista de Temer, e alertar para o que poderá vir a ocorrer depois, se o golpe for consumado, além de combater os ataques do governo Sartori aos servidores e ao povo gaúcho”, disse o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

A diretora Mara Feltes e o diretor Claudio Augustin, que participaram da última reunião de direção da CUT Nacional, relataram os esforços estão sendo feitos na direção de uma greve geral para barrar o golpe e combater o avanço das políticas neoliberais. Foi aprovado um calendário que prevê a realização de assembleias nos sindicatos, plenárias estaduais e setoriais, além de um dia nacional de assembleia da classe trabalhadora, em data a ser definida. “O que está em jogo agora são os direitos da classe trabalhadora e é essa discussão que os sindicatos precisam fazer, de imediato e com urgência, para fazermos uma grande greve geral”, disse Augustin.

A reunião também definiu uma agenda de mobilizações para as audiências públicas sobre a Previdência Social que a Comissão de Direitos Humanos e Legislativa Participativa, presidida pelo senador Paulo Paim (PT), agendou no interior do Rio Grande do Sul. Os encontros contam com o apoio das centrais sindicais e da Frente Parlamentar Gaúcha em Defesa da Previdência Rural e Urbana. Está definido o seguinte calendário das audiências públicas:

– 29 de julho (Passo Fundo);

– 5 de agosto (Santa Maria);

– 19 de agosto (Vale dos Sinos);

– 26 de agosto (Pelotas);

– 9 de setembro (Santa Rosa);

– 23 de setembro (Serra) e

– 21 de outubro (Alegrete).

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Jornalista, Porto Alegre (RS), Brasil.
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